sábado, 8 de agosto de 2009

Areia, por entre os dedos.



A noite tombra, fraca. Os grilos cantam histórias.
O Alentejo esvaece as estrelas do seu céu, ao som de Liszt.

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Vejo planícies de ninguém, mergulhadas na penumbra da terra árida.
E tu escapas como areia. Areia, por entre os dedos.


(Ricardo Leitão)