Tu queimas-me.Tu prendes-me num sufoco e incitas-me a renunciar.
Pára! Não faz parte da minha natureza perder as estribeiras e ceder no final de cada compasso.
Pára! Não faz parte da minha natureza perder as estribeiras e ceder no final de cada compasso.
Quero olhar-te, mas não te quero ver.
Quero tocar-te, mas não te quero sentir.
Quero ouvir-te sem me questionar se és tu.
Perdoa-me. Eu cresci a ver-te colher lírios brancos, junto ao rio.
(Ricardo Leitão)

1 comentário:
Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres. Tu não queres.
Eu não quero ter esta sensação de Déjà vu de cada vez que leio o teu pensamento; eu não quero que vivas o passado; eu não quero que andas em círculos, feito louco.
Eu quero o meu amigo, de corpo e alma livres e leves. Há muito a fazer ainda, depois tomaremos chá.
Adoro-te
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