segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ser, em Português.


Nada faz sentido agora que não estás.
A chuva sufoca em vagas, o convés e o mastro,
Permanecendo eu só, nada me apraz
Sentença descrita, esculpida em alabastro.





3 comentários:

Janine disse...

Não é em vão que te chamo artista, meu artista. És tu o artista enigmático que me aparece em sonhos e transforma, organiza, compõe palavras em belas obras de arte. És tú o meu príncepe encantado da literatura. Tu, só tu.
*

tolo disse...

já algum tempo que vou passado pelo teu blog, e não posso deixar de dizer como a JANINE, és um artista com as palavras...

os meu sinceros parabéns, de quem gosta de te ver fazer arte com as palavras...

abc, tolo

Anónimo disse...

São alunos como tu que fazem com que tudo faça sentido,mesmo naqueles dias em que a paciência foi de férias...
Continua sempre igual.
Bjos Manuela Pimenta