És o presente, és o agora. És o porto seguro onde me abarco, E rebato em ti, nefasto Caravela seduzida pelo abismo dos sentidos. E não existirá hora da partida, Enquanto partir e levar a minha alma junto da tua, Âmago fora.
Já me chamaram Porto de Abrigo. Confesso que uma das coisas que mais me faz feliz é ser (um) teu Porto de Abrigo. Sabes que estou aqui e estarei, para ti, sempre que pensares na rapariga do nome diferente e do cabelo despenteado.
Quem dera que não houvesse partida. (Quem dera que não tivesse aparecido o autocarro.)
Teríamos ficado ali, eternos, sincronizando o (des)compasso do nosso batimento cardíaco. Os teus braços à minha volta, o teu queixo encostado à minha testa. E nem o vento que soprava nos levaria daquele momento.
Mas a vida não pode ser lamentar o passado mas sim construir o futuro. Se eu te disser que o Crepúsculo é nosso, tu percebes, certo? Termino (para a tua mãe não barafustar mais) com o óbvio:
2 comentários:
Já me chamaram Porto de Abrigo. Confesso que uma das coisas que mais me faz feliz é ser (um) teu Porto de Abrigo. Sabes que estou aqui e estarei, para ti, sempre que pensares na rapariga do nome diferente e do cabelo despenteado.
Adoro-te*
Quem dera que não houvesse partida.
(Quem dera que não tivesse aparecido o autocarro.)
Teríamos ficado ali, eternos, sincronizando o (des)compasso do nosso batimento cardíaco. Os teus braços à minha volta, o teu queixo encostado à minha testa. E nem o vento que soprava nos levaria daquele momento.
Mas a vida não pode ser lamentar o passado mas sim construir o futuro.
Se eu te disser que o Crepúsculo é nosso, tu percebes, certo?
Termino (para a tua mãe não barafustar mais) com o óbvio:
ADORO-TE*
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