"Apagava a luz, e de uma vez por todas conseguia vislumbrar a claridade até então morta. Sentia-me como se o mundo fosse perfeito, a vida perfeita e toda a tua imperfeição perfeita também. Não estava enganado, a porta abria-se novamente de par em par e estava ali, de novo à mercê dos meus passos, dos meus gestos, do meu ser."
Ricardo Leitão (04/03/2008)
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