
“O sol morria de encontro ao horizonte. Fazia os seus raios fuzilar cada um dos corpos ténues, cada um dos eucaliptos erguidos em ascese. As feridas abertas e delineadas das suas mãos, embrenhavam-se naquele labirinto terrífico. A terra e a água eram o néctar lacrimante que saciava a sua sede de liberdade, a sua sede de céu.”
( Ricardo Leitão, in 'senses' © )
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