
“Fragrâncias únicas. A pele queimada pelo sol exalava um aroma místico e indefinido. Contrastes, dicotomias entre cores e cheiros. Na atmosfera irreal ficavam sempre aromas que o vento insistia em recordar. Terra fresca, fertilizantes, lírios brancos, a rosa encarnada acabada de colher ou uma gota de orvalho. Tudo funcionava como catarse da alma, catarse do espírito.”
( Ricardo Leitão, in 'senses' © )
2 comentários:
Não sei de quer sentidos falas, mas dá para perceber que não só sentidos. Falas-nos dos sentimentos dos sentidos e isso, sim, é que é importante.
Quero que saibas que nunca vou esquecer o cheiro daquele sotão iluminado por um clima de mistério. Nunca vou esquecer o que senti (com o coração e com os sentidos) naquelas poucas horas onde senti que tudo podia acontecer, como se me tivessem tranportado para dentro de um qualquer Crepúsculo.
A tua, Janine
Reforço o "sentir" porque tu me fizeste sentir de verdade. Obrigada!
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