domingo, 7 de setembro de 2008

De mãos (bem) dadas

Foram gestos. Foi o facto de seres, de sentires e quereres abraçar tudo o que sou sem pedir nada em troca, sem exigires de mim mais do que palavras, mais do que emoções. Passam horas, passam momentos e permanece o desejo intrínseco de te tocar, de te ter perto, presente. Lá fora, o vento sopra sem sequer pedir o nosso consentimento. Ausente ou presente, tornaste-te alguém. Não sei, não posso, nem sequer acho que deva tentar. Não vou enumerar adjectivos sonantes, não vou metaforizar tudo o que representas, não vou sequer discriminar tudo o que me fizeste ou fazes sentir. És demasiado especial, demasiado importante. Espero que tenhas noção de que és fulcral à minha vida, ou talvez não tenhas. Não sei até que ponto te possa convencer disso; convencer-te das minhas limitações, convencer-te das minhas fraquezas, convencer-te do que realmente defendo e no que realmente acredito. Na memória, ficarão mais do que beijos, mais do que meros suspiros. Lá fora, o vento continua a soprar.

O teu não de sempre mas para sempre amigo,
Ricardo Leitão.

1 comentário:

a tia disse...

adoro-te meu Ricardo *