"Certo. É certo que o meu corpo e a minha alma emanam a destreza implacável da ausência. É certo que todos estes dias tem servido como teste. É certo. É certo que a vida é um turbilhão de cores e sabores. É certo que dela só resta o legado. É certa a brisa nocturna. São certos dois corpos, duas mentes, duas almas desconexas cuja identidade o vento agreste levou.
Certo, mas certo, é que eu regressei a este mundo ao qual pertenço.
Certo, mas certo, é que vou aprendendo com os erros furtuitos que cometo.
Estou cá, não para sempre... mas até amanhã. É certo."
17 de Outubro de 2007
1 comentário:
É certo . o teu fulgor ve^-se . transparece . as palavras são certas . tuda está certo! Ricardo gostei do que li!! simplesmente lindo.
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